Antonio Irineu no Seminário da CGTB – Emprego, Salário, Indústria e Desenvolvimento.

O presidente do Consabesp e do SindFontes, Antonio Irineu de Oliveira, falando no Seminário da CGTB – “Emprego, Salário, Indústria e Desenvolvimento.”

Seminário Nacional – São Paulo, 14 de dezembro de 2015.
Hotel Dan Inn Planalto, Rua Cásper Líbero, 115 – Santa Ifigênia.

Organização: Central Geral dos Trabalhadores do Brasil.
Programação
9h00 – Lanche
9h30 – Abertura
10h – Exposição e debates da Mesa1:
Ubiraci Dantas de Oliveira, presidente da
CGTB;
Carlos Buch Pastoriza, presidente da Abimaq;
Robson Braga de Andrade, presidente da CNI;
Carlos Batista Lopes, diretor de Redação da Hora do Povo;
Miguel Eduardo Torres, presidente da Força Sindical;
Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Grupo Gerdau;
Maria Lúcia Fatorelli, da Auditoria Cidadã da Dívida.

12h30 – Almoço
14h00 – Exposição e debates Mesa 2:
Carlos Alberto Pereira, secretário-geral da CGTB;
Fernando Figueiredo – Presidente da ABIQUIM.
Ricardo Patah – Presidente da UGT.
Luigi Nesse, presidente da CNS;
Nilson Araújo de Souza, Doutor em Economia;
Fernando Leite Siqueira, vicepresidente da Aepet;
Denise Lobato Gentil, Doutora em Economia
16h30 – Coquetel

Divulgação:
http://www.sindfontes.org.br
http://www.consabesp.org

Uma resposta para “Antonio Irineu no Seminário da CGTB – Emprego, Salário, Indústria e Desenvolvimento.

  1. Excelente seminário da CGTB,ABIMAQ,AEPET,HORA DO POVO,UGT,CMB,CNAB,AUDITORIA DA DÍVIDA,entre outros participantes que apontaram o caminho para o Brasil crescer.
    Resolução do Seminário Salário,
    Emprego, Indústria e Desenvolvimento
    Juros altos provocam quebradeira da indústria e desemprego
    1 – Brasil vive uma das mais profundas crises de sua história. A indústria, motor do desenvolvimento nacional, de janeiro a setembro, caiu 7,8%. O setor de máquinas e equipamentos, que reflete a disposição de novos investimentos, encolheu 24,5%. A capacidade ociosa atingiu 30%.
    2 – Os que mais sofrem são os trabalhadores. Neste ano, 2 milhões perderam o emprego. Agora são 9 milhões sem trabalho.
    3 – Nenhum país do mundo suportaria uma taxa de juros de 14,25%. O governo vai gastar esse ano meio trilhão de reais no pagamento dos juros. É mais que os orçamentos da Educação, da Saúde, do Bolsa Família, do Minha Casa Minha Vida, do Seguro Desemprego e do Abono Salarial.
    4 – Os cortes nos investimentos públicos: “desinvestimentos na Petrobrás”, paralisação de obras públicas e da construção pesada, a contração do crédito, a queda da renda e da demanda, os cortes na Educação, Saúde e nos direitos dos trabalhadores, tudo é para o pagamento dos juros a título de combate à inflação. Trata-se de uma violenta transferência de recursos da produção para os bancos.
    5 – O resultado é a queda do PIB em 3% este ano, beirando a depressão econômica, que por sua vez exige mais cortes para sustentar o insustentável, criando um circulo vicioso desastroso para o país. A indústria em 85 era 35% do PIB. Hoje é menos que 9%. O país está se desindustrializando e voltando à era agrário e mineral exportadora – com uma diferença: na época da República Velha, as fazendas que produziam o café eram brasileiras; agora, há um intenso processo de desnacionalização no campo brasileiro.
    6 – O aumento pornográfico dos juros não reduziu a inflação, que desde abril de 2013 passou de 6,5% para 10%. O que provoca a carestia galopante e a queda do poder de compra do salário dos trabalhadores são os aumentos abusivos dos preços administrados pelo governo como o da luz, gasolina, água, etc.
    7 – Para o ano que vem a política do governo é mais juros, mais cortes e menos investimentos públicos, jogando o país numa drástica depressão econômica. Mais do que nunca é preciso unir forças pela retomada do crescimento econômico. Pela auditoria da dívida e redução dos juros a níveis internacionais para que o país possa ter recursos para retomada do investimento público. Pela prioridade do Estado na compra dos equipamentos e produtos fabricados no país pela indústria nacional e a ampliação do crédito para a produção nacional. Mais do que nunca é necessário unir esforços por um câmbio equilibrado que estimule as exportações, por uma política de substituição de importações. Contra mais aumentos de impostos como CPMF que visam mais transferência de recursos para os banqueiros. Pela garantia dos direitos dos trabalhadores. Já demos o exemplo, trabalhadores empresários, no Grito de Alerta em defesa da produção e do emprego. Juntos, podemos salvar o Brasil. Juntos, podemos salvar o Brasil.

    São Paulo, 14 de dezembro de 2015.

    Ubiraci Dantas de Oliveira- (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil – CGTB); Carlos Pastoriza- (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – ABIMAQ); Ricardo Patah – (União Geral dos Trabalhadores – UGT); Fernando Figueiredo – (Associação Brasileira das Indústrias Químicas – ABIQUIM); Glaucia Moreli (Confederação das Mulheres do Brasil – CMB); Vicente Abate – (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária –ABIFER); Maria Lucia Fattorelli (Auditoria Cidadã da Dívida); Fernando Siqueira – (Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET); Alfredo de Oliveira Neto (Congresso Nacional Afro-Brasileiro – CNAB)

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